mr.movie

acabo de criar a minha comunidade no Orkut,que se chama "Para quê serve o taldo Oscar?",que falará sobre os atores e atrizes que nunca ganharam um Oscar ou nem foram indicados,e do Brasil nunca ter levado a estatueta...espero sinceramente que vocês participem e deixem postadas as suas opiniões lá...esta notícia é exclusiva para quem possui Orkut...não fiquem tristes,pessoal...



 Escrito por Rafael Moreira às 13h23
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Para se ter uma exata noção do impacto que a obra causou sobre mim,pouco antes do natal passado,até comprei a trilha sonora,que não sai do meu CD player! É memorável ouvir canções como "Razzle Dazzle", "I Can`t Do It Alone", "Mr.Cellophane", "All That Jazz", "Nowadays". Há duas que fogem do estilo musical e predominante do longa,o jazz.Uma é hip-hop,cantada por Queen Latifah,Macy Gray e Lil`Kim e a outra é totalmente dance,cantada pela Anastacia.Chamam-se respectivamente “Cell Block Tango(He Had It Comin)”e “Love Is A Crime”(que foram inseridas para chamarem a atenção do público jovem e consequentemente, venderem mais discos),mas fique tranqüilo,porque essa modernidade musical não transparece no filme. “Chicago” foi o grande vencedor do Oscar 2003, indicado em 13 categorias e vencedor em 6, inclusive Melhor Filme.

 

Sei que os brasileiros não têm o hábito de assistirem e a gostarem de musicais.Portanto, façam um maior esforço para abrirem seus corações e mentes afim de que possam experimentar emoções novas e sensações diferentes em suas vidas, assim como eu o fiz.

 

Que a magia do “razzle dazzle” esteja com vocês!

 



 Escrito por Rafael Moreira às 13h17
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Chicago: ame-o ou deixe-o!

 

Sei que é um pouco tardio dizer isto, mas o longa “Chicago”, 2002, é um dos melhores musicais aos quais já assisti.Não somente pela correta direção do coreógrafo estreante em cinema Rob Marshall (que foi indicado ao Oscar de  melhor diretor, e anteriormente só havia realizado uma adaptação de “Annie” para a TV),mas também pelas magníficas atuações de todo o elenco,em especial da bela Catherine Zeta-Jones ,perfeita no papel da famosa corista que assassina o marido e sua irmã ao descobrir que os dois têm um “love affair”.Ela responde pela inesquecível perfomance de Velma Kelly, e dá um verdadeiro show de interpretação, cantando e dançando (ela ganhou o Oscar de Coadjuvante em 2003).

 

O filme se passa na década de 20, e a história gira em torno da aspirante a atriz Roxie Hart, interpretada por Renée Zellweger,que se envolve com um malandro que lhe promete fama e fortuna,e quando ela percebe que ele a enganou,o mata sem pensar nas conseqüências que lhe acarretarão.Seu fiel e dedicado marido Amos, feito por um carisma e delicadeza conveniente de John C. Reilly, de ínicio assume a culpa pelo homicídio, entretanto ao saber pelos policiais que lhe interrogavam sobre a sua amada esposa que a mesma deitou-se com o seu vendedor de móveis, muda de depoimento, assim como a letra da música que Roxie canta dedicada a Amos.

 

Na prisão, Roxie conhece a sua maior rival, justamente Velma.É neste momento que entra em cena o famoso advogado que não perde uma única causa, Billy Flynn,para tentar livrar Roxie do xadrez.O galã Richard Gere, habitualmente um ator fraco, está em sua melhor forma, exibindo um ar de cínico e sedutor(ele ganhou o Globo de Ouro 2003 na categoria de Melhor Ator de Drama/Musical e nem sequer foi indicado ao Oscar).A cantora Queen Latifah concebe o papel da carcereira chantagista e que não dispensa um mimo, Mama Morton.Seu lema é: “me faça um favor que lhe faço outro em troca”.Uma personagem bem egocêntrica podemos assim definir.A maioria das cenas musicais se passa na tresloucada mente de Roxie Hart, dando assim uma maior eficácia ao enredo, pois desta forma não há limites para as coreografias das dançarinas profissionais e das atrizes.

 

O filme é uma ácida crítica, entretanto bem humorada, do fictício sistema judiciário norte-americano, que adora transformar em show até uma tragédia da vida real(vejamos o recente escândalo do pop star Michael Jackson envolvido com pedofilia,e seu julgamento será exibido pela TV norte-americana).É o que profetiza Billy Flynn na canção “Razzle Dazzle” (que não tem uma tradução em português, mas significa algo como “jogar poeira nos olhos das pessoas, seduzi-lás,enfeitiçá-las,encantá-las,fazê-las esquecê-las de tudo o que um dia foi horrível).O longa é uma homenagem ao coreógrafo e veterano diretor Bob Fosse, de “Cabaret”, “All That Jazz”, entre outros, que havia realizado a versão do musical para o teatro sem êxito da crítica e do público e por anos tentou adaptá-lo para o cinema, mas nenhum grande estúdio queria arriscar a torrar seus milhões de dólares num projeto altamente arriscado como este,em um gênero de filme praticamente extinto.Fosse faleceu de ataque cardíaco em 1987, sem poder ter a chance de transpor para o cinema um tema tão complexo, instigante e apropriado para os dias de hoje, que é a busca incessante pelos 15 minutos de fama, expressão criada pelo saudoso Andy Warhol.

 



 Escrito por Rafael Moreira às 13h06
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Essa é a primeira coluna sobre os "infelizes que têm um Oscar!"

E o Oscar vai para... os  azarões!

 

 

        É difícil de acreditar, mas o Oscar tem sua cota alta (infelizmente,e principalmente na categoria de Coadjuvante),de atores e atrizes que viram sua carreira  desmoronar com o “triunfo” de possuírem um careca dourado em seus currículos.

        E daí você me pergunta: mas como?E a culpa é de quem?Em certa parte da própria Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, que gosta de premiar atores que já possuem um nome respeitado no teatro para interpretarem um tipo específico e estereotipado na telona.Um destes exemplos é o ator inglês Paul Scofield,que venceu em 1966 por “O Homem que não Vendeu Sua Alma”.Há também o caso da atriz inglesa Glenda Jackson , que ganhou como atriz em 1970 e em 1976 por “Mulheres Apaixonadas”e “Um Toque de Classe”,que renegou seu Oscar e também a Sétima Arte(atualmente ela é deputada na Inglaterra).

 

        Outro ator que também renegou o prêmio foi George C.Scott,ganho em 1970 por “Patton- Rebelde ou Herói?”. Ele não compareceu à festa escrevendo uma carta anteriormente à Academia  dizendo que recusava não só o prêmio,como também a sua indicação,alegando que a arte cinematográfica não era objeto de competição,mas,o seu pedido foi recusado.Podemos incluir nesta lista a atriz Luise Rainer que venceu como Melhor Atriz em 1936 e 1937 consecutivamente(a única até hoje a conseguir este feito)por “Ziegfeld,O Criador de Estrelas(seria uma ironia para sua vida este nome?)e “Terra dos Deuses”,que viu sua carreira desmoronar após ter ganho.Depois que seu padrinho Irving Thalberg(que hoje é nome de uma das premiações especiais)morreu,o estúdio MGM não se preocupou em dar bons papéis,sendo assim relegada ao total esquecimento.Ela também tinha uma personalidade bem difícil,não queria o estrelato,não queria estar na mídia da época,enfim,queria ter uma vida bem longe dos holofotes.Certa vez ela disse que os Oscar que veio para ela foram muito ruins.

 

        Um mesmo caso parecido e recente foi o da atriz Gwyneth Paltrow (vencedora em 1998 por “Shakespeare Apaixonado”,que chegou ao ponto de fazer tratamento psicológico!Há muitos outros que sumiram por completo ou não deram certo como:George Chakiris(“Amor,Sublime Amor”,1961),Myoshi Umeki(“Sayonara”,1957),Rita Moreno(“Amor,Sublime Amor”,que atualmente está na violenta e fraca série “Oz”),Tatum O’Neal(“Lua de Papel”,1973, filha do veterano ator Ryan O’Neal,e ganhou precocemente como Coadjuvante aos 10 anos),Louise Fletcher(atriz em “Um Estranho no Ninho”,1976),Marcia Gay Harden(Pollock,2000),Peter Ustinov(“Spartacus”,1960 e “Topkapi”,1964),Haing S.Ngor(“Os Gritos do Silêncio”,1984,que fez pequenos papéis para logo depois cair no ostracismo e em seguida ser assassinado em fevereiro de 1996 na garagem de sua casa,em causas misteriosas).

 

Outros desprovidos de sorte:

 

        Louis Gossett Jr.(“A Força do Destino”,1982),Cuba Gooding Jr(“Jerry Maguire-A Grande Virada”,1996 e assim como Louis, ambos são negros e não tiveram o bom senso e nem a tão fadada sorte de escolherem papéis consistentes e acabaram não emplacando),o canastrão e chato Roberto Benigni,que após ter  ganho por “A Vida é Bela”,1998,acabou realizando apenas um único filme, “Pinóquio”,que acabou sendo um fracasso de público e da famosa e muitas vezes cruel(não neste caso) crítica internacional.O filme foi realizado na Itália,sua terra natal.

 

        Bem,a lista parece “quase” interminável. Mas,futuramente,falarei de mais alguns nomes que aqui deixei de lado.E somente focando a nossa atenção nestes nomes podemos notar que nem tudo o que reluz é ouro,ou neste caso,Oscar.



 Escrito por Rafael Moreira às 12h58
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terceira parte de "O Suplício de um Oscar"!

E por onde anda Holly Hunter (Oscar como Atriz em “O Piano”,1994),Joanne Woodward(“As Três Máscaras de Eva”,1957,esposa do astro Paul Newman),a “cantriz” Cher(“Feitiço da Lua”,1987),e Emma Thompson(“Vestígios do Dia”,1993)?Eu gostaria de saber...

 

Houve casos de atrizes que se tornaram estrelas por um tempo apenas,e acabaram sendo esquecidas:Goldie Hawn(“Flor de Cacto”,1969),Anjelica Huston(“A Honra do Poderoso Prizzi”,1985,filha do veterano diretor John Huston),Geena Davis(“O Turista Acidental”,1988,dizem que seu Oscar com o tempo se contorceu e atualmente está em formato espiral,queriam consertá-lo,mas ela preferiu deixar como está,por achar que se parece como um objeto de arte).

 

Para finalizar a lista,há os exemplos de Benicio Del Toro(Coadjuvante por “Traffic”,2000,que continuou fazendo personagens coadjuvantes em outros filmes e está meio que largado de lado,esquecido até pela imprensa.Pode ser que tire a sorte grande interpretando o revolucionário Che Guevara,um de seus próximos papéis) e F.Murray Abraham(Ator em “Amadeus”1985).Restou-lhe apenas personagens péssimos em produções idem, sem sucesso de bilheteria e crítica, caindo no ostracismo.

 

Para completar esta profunda análise sobre os infelizes que fingem ser felizes,existe uma diferente espécie de “azarões do Oscar”.Os que mais vezes foram indicados e nunca levaram.Eis eles:

 

Os recordistas de indicações Richard Burton e Peter O`Toole (7 vezes,sendo que neste ano O`Toole recebeu 1 Honorário),Arthur Kennedy(5 indicações),

Montgomery Clift (4 indicações),Charles Boyer(4 indicações,1Especial),Claude Rains(4 indicações),Kirk Douglas(pai de Michael Douglas e sogro de Catherine Zeta-Jones,3 indicações,1 Honorário).

 

Na ala feminina, podemos destacar:

 

Deborah Kerr e Thelma Ritter (ambas com 6 indicações,sendo que Kerr recebeu 1 Honorário),Rosalind Russell(5 indicações),Agnes Moorehead e Barbara Stanwyck(4 indicações cada uma,sendo  StanwycK ganhou 1HonorárioGloria Swanson e Greta Garbo,sendo que Garbo levou 1 Honorário).

 

Cheguei a conclusão de que não devemos celebrar todo os Oscar aos quais os atores recebem, porque o futuro é algo improvável e não cabe a nós prevê-lo.E qualquer coisa pode ser consumida pelo vento, tempo ou fogo, inclusive uma carreira de ator ou atriz.

 

 

 



 Escrito por Rafael Moreira às 22h41
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segunda parte da minha coluna "O Suplício de um Oscar!"

Na área masculina se adicionam Joel Grey (“Cabaret”,1972),Martin Landau(“Ed Wood”,1994),Art Carney(“Harry-O Amigo do Tonto”,1974),Timothy Hutton(“Gente como a Gente”,1980,que na época foi o mais jovem Coadjuvante a ganhar com seus 19 anos e hoje já passa dos 40 e não tem fôlego para fazer o papel de mocinho).

 

Há os que morreram algum tempo após terem sido contemplados:

Jessica Tandy,aos 80 anos(“Conduzindo Miss Daisy”,a mais idosa a ter recebido como Atriz),Henry Fonda,no alto de seus 77 anos(“Num Lago Dourado”,1982,em sua última representação no cinema,com um Oscar ganho tardiamente,mas,melhor dizendo aquela famosa frase(“antes tarde do que nunca”),Geraldine Page(“Regresso para Bountiful”,1986).

 

No ano de 1987,a atriz Marlee Matlin recebeu a sua estatueta na categoria principal pela personagem surda-muda de “Filhos do Silêncio”,funcionária de uma escola especial para portadores de deficiência auditiva e de voz que se envolve afetivamente com o professor,interpretado naquela época por seu marido,o mediano William Hurt. Depois de terminada as gravações do longa,os dois se divorciaram(o produtor alegou que eles se brigavam muito durante as filmagens),e ela teve muitos poucos papéis,algo bem limitado,justamente por ser surda-muda até na vida real.Ele ganhou o seu Oscar no papel de um homossexual em “O Beijo da Mulher Aranha”,1984,do cineasta argentino radicado brasileiro Hector Babenco,que,como todos devem saber,realizou o longa fenômeno de bilheteria “Carandiru”,aonde curiosamente Rodrigo Santoro,também faz um personagem efeminado(será que ele tem chances de ser indicado como Coadjuvante?). “Carandiru” é o candidato oficial do Brasil para tentar conseguir ser um dos finalistas nas cinco vagas de Melhor Filme Estrangeiro do ano que vem.Em “O Beijo da Mulher Aranha”,Hurt contracenava com a bonita e sensual Sônia Braga,e no elenco do filme constavam outros nomes conhecidos do grande público brasileiro como Nuno Leal Maia,etc.Ele se conformou em ser um eterno coadjuvante com atuações raquíticas em filmes razoáveis.

 

Algumas atrizes foram para a TV,na falta de bons papéis na telona e a certo modo não encontraram:Dianne Wiest(“Hannah e Suas Irmãs”,1986,e por “Tiros na Broadway”,1994),Dorothy Malone(“Palavras ao Vento”, 1956,outro filme disponível recentemente em DVD),Shirley Jones(“Entre Deus e o Pecado”,1960).

 

Um caminho meio inverso foi o de Helen Hunt.Fazia sucesso na TV com a série Mad About You (Louco por Você,que era exibido pela TV Bandeirantes,e infelizmente,foi extinta,a emissora não passou nem um décimo de suas temporadas),e enveredou totalmente no cinema com o filme “Melhor é Impossível”,1997,contracenando brilhantemente com o extraordinário Jack Nicholson,trabalho pelo qual ganhou como Melhor Atriz.E depois do Oscar,a queda.Teve a infelicidade de só escolher papéis equivocados assim como Hilary Swank (Atriz por “Meninos não Choram”,1999,tinha um papel anteriormente na série “Barrados no Baile”).

 



 Escrito por Rafael Moreira às 22h34
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a primeira parte da minha coluna!

 O Suplício de um Oscar

 

      

Continuo aqui a minha jornada comentando sobre os atores e atrizes que tiveram suas vidas prejudicadas por causa da estatueta.

 

Mas, não sem antes, corrigir uma falha gravíssima que cometi no mês passado.Luise Rainer não foi à única atriz a ganhar o Oscar consecutivamente em 1936 e 1937.A ótima atriz Katharine Hepburn também conseguiu essa façanha em 1968 por “Adivinhe Quem Veio Para Jantar” e em 1969 por “O Leão no Inverno”.Peço perdão a vocês, afinal, errar é humano,só não se pode fazer disso algo constante.Toda a emoção e euforia que o troféu me evoca (apesar de muitas injustiças e erros ao longo de todos esses anos), me fez deslizar numa questão tão importante como esta.

 

Bem, prossigo comentando um exemplo claro de um ator que nunca foi grande coisa,mas,particularmente gostei de sua atuação no filme pelo qual levou o prêmio de Coadjuvante:Joe Pesci por “Os Bons Companheiros”,1990,de Martin Scorsese.Fez ainda dois outros bons trabalhos:como o bandido que tenta invadir a casa de um garoto e se dá mal em “Esqueceram de Mim” e sua continuação “Esqueceram de Mim 2-Perdido em Nova York”.Porém, acabou alternando papéis coadjuvantes e principais em produções sem êxito comercial e crítico para logo em seguida ser considerado como um canastrão de primeira.Infelizmente acho que não mais verá a luz no fim do túnel.

 

Uma outra pobre coitada foi Marisa Tomei,que ganhou por “Meu Primo Vinny”,1992.Inventaram o boato de que Jack Palance, agraciado no ano anterior por “Amigos, Sempre Amigos” tinha lido o seu nome errado no momento da premiação de Coadjuvante,e isto terminou por ser um longo martírio em sua vida,conseguindo uma nova indicação e prestígio somente 10 anos depois no filme independente “Entre Quatro Paredes”.

 

Não me esqueço de uma fabulosa menção: a sempre excelente Brenda Fricker,que arrebatou pela sublime interpretação da mãe de um pintor que trabalha com os pés,em “Meu Pé Esquerdo”,1989.Fez a continuação de “Esqueceram de Mim” como a senhora que vive e alimenta os pombos do Central Park.Após este trabalho,desapareceu e voltou à ativa em produções da qual ninguém ouve falar.

 

Havia atrizes que já possuíam respeito nos palcos e a adição do prêmio à suas carreiras nada significou: Maggie Smith(atriz por “A Primavera de Uma Solteirona”,1970,e Coadjuvante em “California Suite”,1978,aonde interpretava uma atriz que perde o Oscar!Atualmente é a professora Minerva McGonaghall em “Harry Potter”),Vanessa Redgrave(“Julia”,1977),Peggy Ashcroft(“Passagem para a Índia”,1984,filme lançado recentemente em DVD),Judi Dench(“Shakespeare Apaixonado”,interpretava o papel da Rainha Elizabeth I,em míseros 8 minutos e hoje em dia é a personagem M,chefe de James Bond nos recentes filmes de 007).

 

Há também simplesmente as atrizes que não deram certo:Mary Steenburgen(“Melvin e Howard”,1980),Olympia Dukakis(“Feitiço da Lua”,1987),Linda Hunt(“O Ano em Que Vivemos em Perigo”,1983,encenando um papel masculino),Hattie McDaniel(E o Vento Levou...”,1939,tendo feito um longo tempo depois o papel da empregada).

 

 



 Escrito por Rafael Moreira às 22h30
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Essa charge foi criada especialmente para omeu blog pelo cartunista Diôdio do moinho,meu amigo!



 Escrito por Rafael Moreira às 22h18
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A linda e talentosa Halle Berry que me perdoe,mas não gostei nem um pouco deste novo uniforme da Mulher-Gato...sinceramente,estu com medo do filme ser um lixo...a também linda Michelle Pfeiffer,ficava muito melhor no uniforme,que era bem mais fiel aos quadrinhos...

   



 Escrito por Rafael Moreira às 19h18
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Minha crítica sobre um dos melhores filmes nacionais dos últimos anos!

Cidade de Deus: Um Peixe Grande e Suas Indicações Maravilhosas


Ao saber das 4 indicações ao Oscar do belíssimo Cidade de Deus,senti o meu ego e orgulho inflados por ser brasileiro,pelo Brasil ter atravessado fronteiras que antes me pareciam tão remotas,um sonho distante...É ótimo ver as nossas produções cinematográficas sendo estampada nos países emergentes,mesmo que isto não vá mudar a vida deles,ao menos já mudou a nossa!E muito!Mesmo que tenham recebido apenas 4 indicações,é melhor que se prevaleça o velho ditado:antes pouco do que nada!

A nossa cultura, a nossa violência foi escancarada para inglês, americano, francês ver!Todo o elenco está perfeito,todos dão o melhor de si,dá para notar que o trabalho da co-diretora Kátia Lund sobre os atores amadores não foi em vão.A trilha sonora recheada dos mais variados ritmos,que mescla o samba com o rock,o soul dance dos nostálgicos e loucos anos 70
embalados com a luxuosa montagem de Daniel Rezende(que é a categoria que mais chances têm de levar a estatueta),que certamente é algo inovador
para o cinema brasileiro...Temos a confirmação de que Rezende é um revolucionário,um visionário que não permanece estagnado no tempo,
não faz o gênero de pessoa que fica revirando erros do passado e procurando compreender por quê não deram certo como muitas pessoas deste país tropical...

Também é notável a excepcional fotografia de César Charlone(que terminou recentemente de realizar "Diários da Motocicleta",do nosso Walter Salles,longa que conta sobre a viagem que Ernesto "Che" Guevara fez pela América do Sul em sua adolescência com seu amigo Alberto Granado e já está confirmado no próximo projeto de Waltinho, "Dark Water",no qual constam no elenco a premiada Jennifer Connelly,Tim Roth, John C.Reilly, entre outros).

Sem desmerecer,logicamente,a direção precisa,correta,inteligente e urgente de Fernando Meirelles(que dirigirá a produção inglesa "The Constant Gardener",ou "O Jardineiro Fiel",tendo como protagonistas o sempre ótimo Ralph Fiennes e Rachel Weisz).

Era um filme desta forma de que precisávamos para acordarmos da passividade e do marasmo total em que nos encontrávamos, deste mal recente que acometeu a sociedade brasileira de aceitar tudo,sem pestanejar ou protestar,do que é a favor do "sistema",supondo que todas as coisas do mundo são belas e perfeitas...

O roteirista Bráulio Mantovani,que adaptou a obra do conto de Paulo Lins fez um trabalho delicado e por muitas vezes,com total crueza,mas não explícita de temas como a traição,insanidade,vingança,tráfico de drogas,medo que são processos hoje,infelizmente,naturais neste mundo cão,uma real selva de pedra em que vivemos...

O filme recebeu para muitos,inclusive a mim, o fino garbo de "clássico cult",o que não é pouca coisa,uma obra-prima...

"Cidade de Deus" ou "City of God", pode fazer bonito na noite do iluminado céu de Los Angeles, direto do teatro Kodak Theatre,neste domingo próximo...Assim como muitos brasileiros,e como meu amigo Rubens Ewald Filho,torço para que eu possa gritar "gol",ansioso como em uma partida de Copa do Mundo...é ver para crer!

                                                                                                       

                                                                              



 Escrito por Rafael Moreira às 23h40
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À Espera de Um Milagre


É espantoso ver como as distribuidoras brasileiras de filmes pensam que nós, ávidos fãs por cinema e por esse mercado que vem crescendo assustadoramente, dos filmes em DVD caseiros, acham que nós não somos seres habitantes deste planeta e portanto, desprovidos de qualquer inteligência e de formação de opiniões.Talvez esse seja o único argumento pelo qual muitos clássicos filmes ainda não teve o seu lançamento no formato digital.Eis uma extensa lista (que não é definitiva):
1937- "Vive-se Uma Só Vez"
1940- "Levanta-te Meu Amor"
1942- "Contrastes Humanos"
1944- "Laura"
1945- "O Retrato de Dorian Gray"
1946- "À Beira do Abismo"
1947- "O Beco das Almas Perdidas"
1948- "O Pirata", "Odeio-te Meu Amor", "O Valente Treme-Treme"
1949- "Amarga Esperança", "Mortalmente Perigosa"
1950- "À Margem da Vida", "A Costela de Adão"
1951- "Uma Aventura na África", "Conflitos de Amor"
1952- "E O Sangue Semeou a Terra"
1953- "Lili"
1954- "Sublime Obsessão", "Carmen Jones"
1955- "Vidas Amargas", "Dançando nas Nuvens", "A Morte Num Beijo"
1956- "Sabes O Que Quero", "Folhas Mortas", "Vampiros de Almas", "Encruzilhada dos Destinos", "Tudo O Que O Céu Permite", "Tara Maldita"
1957- "A Embriaguez Do Sucesso", "As Estranhas Coisas de Paris", "Um Rosto na Multidão"
1958- "Deus Sabe O Quanto Te Amei", "O Último Hurrah"
1960- "Esta Loira Vale Um Milhão"
1961- "Cupido Não Tem Bandeira"
1962- "Escravas do Medo"
1963- "O Professor Aloprado"
1964- "Com A Maldade na Alma"
1965- "Socorro"
1967- "Este Mundo é dos Loucos"
1968- "O Despertar Amargo", "A Bela da Tarde"
1969- "A Noite dos Desesperados"
1970- "Mulheres Apaixonadas", "A Vida Íntima de Sherlock Holmes"
1971- "Ensina-me A Viver"
1972- "O Ocaso de Uma Estrela", "O Rapaz Que Partia Corações", "A Classe Dominante"
1974- "Harry - O Amigo de Tonto"
1975- "A Inglesa Romântica"
1976- "Próxima Parada-Bairro Boêmio"
1980- "Melvin e Howard", "Minha Brilhante Carreira"
1981- "Mamãezinha Querida"
1983- "Yentl"
1985- "Sombras do Passado"
1986- "Assim É A Vida"
1987- "Amor Não Tem Sexo"
1988- "De Caso Com A Máfia", "Eu Vi O Que Você Fez E Eu Sei Quem Você É"
1989- "Drugstore Cowboy"
1993- "Seis Graus de Separação"
1995- "O Casamento de Muriel"
1997- "Kundun", "O Ouro de Ulisses"
2000-"Mundo Cão"(Ghost World,o nome em português se confunde com a realidade,pois nem foi lançado nos cinemas).
E sendo assim temos que infelizmente, nos conformarmos e esperar que um dia o vento possa soprar a nosso favor, à procura de dias melhores,tentando nos livrarmos deste destino insólito ao qual somos obrigados a suportar...

OBS:Quem quiser me enviar e-mails,pode escrever para rafaelfuna@yahoo.com.br



 Escrito por Rafael Moreira às 23h37
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veja a foto da redaçao da revista SET e a do editor chefe e crítico Roberto Sadovski!

                                                                   



 Escrito por Rafael Moreira às 23h29
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Com muito bom humor e descontração,o editor chefe e crítico(rótulo que rejeita)de SET,bateu um papo cabeça sobre dinheiro,fama,glamour ,entre outras coisas...

Entrevista com o Roberto Sadovski da SET!

1-Quando você se descobriu um apaixonado pela sétima arte?
Não sei separar uma data, acho que minha memória não alcança o momento. Acho que é de berço.

2-Como se sente sendo o editor-chefe e crítico de uma das maiores e melhores revistas de cinema?Já sentiu alguma vez o peso da responsabilidade?
Não existe responsabilidade a não ser a que eu tenho com meus prazos e com minha equipe. Faço o melhor trabalho possível, e nunca me senti intimidado a falar bem ou mal de um determinado filme. Não acho que exista uma "responsabilidade" ante o leitor no sentido de influenciar ou não suas escolhas. Se alguém lê a SET e pensa como eu, sinta-se livre para acompanhar as minhas sugestões. Se um leitor deixou de ver um filme ruim porque eu fiz uma crítica negativa, melhor para ele que poupou o dinheiro do ingresso.

3-Quais são as cobranças que um crítico de cinema sofre?
Eu não sinto nenhuma cobrança, a não ser a da minha própria consciência. Eu me deixo gostar e/ou não gostar de um filme, independente de outras influências. Não posso falar por meus colegas, claro...

4-Qual foi o melhor e o pior momento de sua carreira jornalística?
Cada vez que a gente fecha uma edição é o melhor momento. Claro, como fã de HQs eu poderia dizer que foi acompanhar as filmagens dos dois X-Men. Não estamos mudando o mundo aqui, eu costumo dizer que tenho amigos jornalistas "de verdade" que trabalham com política, ou que vão à guerra. Talvez tenha sido bater um papo regado a vinho com George Lucas, Rick McCallum e Samuel L. Jackson. Foi legal, e eu não poderia ter feito se seguisse outra profissão. O pior? Ah, vários. Fazer matérias sobre buracos na rua não é a coisa mais nobre do mundo, pode ser um serviço interessante, mas a gente se pergunta "foi para isso que eu estudei tanto?"

5-Você diria que ser crítico de cinema no Brasil é uma profissão rentável e glamurosa nos dias de hoje?
Não posso dizer, já que essa não é minha profissão. Mas também não conheço ninguém que seja só crítico de cinema. É uma tremenda bobagem encarar algum glamour nisso, já que o crítico jamais deve ser o "astro" da história, não deve tomar o lugar do que realmente interessa, que são os filmes. Claro, existem críticos no Brasil que se acham relevantes, que enxergam sua opinião como verdade absoluta. Mas estão ultrapassados, não percebem que a percepção do público mudou e vão continuar achando que são mais importantes que os filmes que eles comentam. SET não trabalha com ninguém assim, felizmente.

6-Mudando um pouco de assunto,qual é o seu filme e a trilha sonora favorita?
Essa é uma pergunta impossível de ser respondida. Talvez eu pudesse dizer meus dez favoritos, e ainda assim estaria sendo injusto comigo mesmo. Existem os melhores filmes de diversas fases de minha vida - e o mesmo pode ser dito de trilhas sonoras. Por isso eu prefiro dizer que cada boa experiência foi o melhor filme. Mas não saberia citar um título.

7-Podemos esperar por mais mudanças em SET?
Sempre. Como eu e você, a revista está em constante evolução. E somos inconformistas por natureza. Um dia talvez ela seja a "revista perfeita", mas isso não existe.

8-Na sua opinião,acha que a Academia foi justa ao favorecer "O Senhor dos Anéis-O Retorno do Rei" no Oscar 2004,fazendo com que uma obra-prima do quilate de"Cidade de Deus" ficasse de fora do resultado final das premiações?Não vê nessa atitude um preconceito instaurado contra os latino-americanos,principalmente os brasileiros?
Preconceito? De maneira alguma. Nós somos muito arrogantes ao imaginar que existe algum "preconceito" contra o cinema latino. Se fosse o caso, nem indicado "Cidade de Deus" seria. Sem falar que o Oscar - bem como qualquer outra premiação em qualquer lugar do mundo - é regida por diversos interesses, por timing, por uma lei de compensações. De todas as categorias, eu só achava que "Cidade de Deus" tivesse chance em montagem. Mas não achei injusto. E "O Senhor dos Anéis" é um feito inimaginável, um triunfo de técnica, coragem e talento. "Cidade de Deus" é um ótimo filme. Mas está em um patamar completamente diferente. É injusto para os dois filmes que eles sejam comparados. E acho que a gente tem de ficar muito feliz com as indicações que recebemos.

9-Ainda resta esperanças e chances de que um dia o Brasil ganhe sequer um único Oscar?
Sempre existe, mas não sei porque isso é tão importante assim. O cinema brasileiro, apesar da qualidade inconstante, está se mostrando mais e mais aceito dentro de nosso país. Seria legal um Oscar para coroar tudo isso, mas não consigo ver a suprema importância disso. Nem do Oscar, nem de outros prêmios. Faz diferença para quem os ganha, mas para o público não faz a mínima. O engraçado é ver que todo mundo tem mania de falar mal do Oscar, mas todo mundo quer ver o cinema brasileiro ganhar um...

10-O que pensa sobre a banalização dessa recente imprensa especializada,que reverencia falsos astros e estrelas,lhes dando excessivos espaços nos meios de comunicação,sem ao menos estes terem uma formação artística e moral?
Quem não tem formação artística e moral? Os falsos astros e estrelas ou a imprensa especializada,como os fofoqueiros da TV? Quem faz os astros é o público. Se existe uma procura por determinada pessoa, com certeza a imprensa vai buscá-la. Mas, no caso de cinema, não temos uma "imprensa especializada" no tocante ao tratamento de astros. Nossos "astros" são atores de novela, e não Ben Aflleck. São os Gianeccinnis (é assim que se escreve) da vida que são reverenciados no Brasil.

11-Não acha que há um excesso por parte dos produtores e diretores hollywoodianos em realizarem sucessivas continuações de longas de êxito comercial como "Matrix","Scooby-Doo",etc.?
Se eu estivesse no lugar deles, não creio que faria diferente. É uma indústria, movida a dinheiro. O ideal seria se eles conseguissem manter a qualidade, mas às vezes acho que é o que menos importa. O que é uma pena. Mesmo assim, continuações não são um fenômeno novo, e elas existem por demanda do público. Às vezes a gente vê um filme e tem vontade de saber como continuou a jornada de certos personagens. Existe o outro lado também, o de filmes que mereciam uma continuação mas seu fracasso a inviabiliza. Mas é preciso manter em mente que o sucesso comercial de muitos filmes possibilita a existência dos filmes "independentes" ou "alternativos". Um lado alimenta o outro.

12-Você conseguiria se ver em outra profissão que não a de crítico?O que seria,se não possuísse esta ocupação?
Como eu já disse, não sou crítico. Sou editor de uma revista de cinema que também escreve críticas. Assistir filmes, escrever sobre eles e mais nada não me estimula. Só não posso dizer o que faria se não estivesse na SET. Não posso estragar a surpresa...(risos)

13-Qual a pergunta que nunca lhe fizeram e que gostaria de ter respondido?
Essa é fácil:Como você conheceu Jennifer Garner e como é estar casado com ela?Essa é uma pergunta que eu adoraria responder...(risos)



 Escrito por Rafael Moreira às 23h20
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Leiam a minha segunda pergunta que novamente foi respondida pelo antigo colunista do E-Pipoca,Marcel Nadale em 26/09/2003!

Thundercats
Olá, caro Marcel!
Quero primeiramente dizer que sou um grande admirador seu (sério!), assim como sou do Rubens Ewald Filho e da sétima arte! Tenho 22 anos, e como sou fã de desenhos gostaria de saber de você se há alguma previsão de sair em DVD a primeira e a segunda temporadas completas de ''Thundercats'' com extras... Fortes abraços! Rafael Moreira

Prezado Rafael,
Tudo jóia? Estou todo contente com o elogio, hehehehehe... Valeu mesmo, nós nos esforçamos muito por aqui. Sobre ''Thundercats'', a idéia é boa, mas acho inviável por diversos motivos. O mercado de DVD ainda está se consolidando e só agora as distribuidoras estão sacando o filão dos seriados em box fechados. Nem nos EUA há o costume de lançar desenhos, ainda mais um bem antigo como o ''Thundercats''. E, mais importante, não acredito que alguma das distribuidoras detenha os direitos para o mercado doméstico deste título - o que explicaria porque nenhum dos episódios chegou em vídeo na época de sucesso do desenho, como até rolou com ''He-Man'' ou ''Jaspion'', por exemplo. Provavelmente, ele nunca nem foi negociado - a Globo deve ter apenas concessão para transmissão.

 



 Escrito por Rafael Moreira às 23h02
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Leiam a minha pergunta que foi respondida pelo antigo colunista do E-Pipoca,Marcel Nadale em 19/09/2003!

Quarteto Fantástico
Olá, Marcel Nadale! Gostaria de saber de você se há alguma previsão da graphic novel ''Quarteto Fantástico'', de Stan Lee, virar um belo filme nas mãos de Larry e Andy Wachowski... já imaginou? Ouvi falar que o desconhecido Peyton Reed saiu da direção e que não há ninguém no momento... Já imaginou que maravilhoso seria se os irmãos diretores de
''Matrix'', ''Matrix Reloaded'' e do próximo ''Matrix Revolutions'' fizessem algo futurista, moderno, ágil, sublime e antológico com o Quarteto? E com uma pitada de suspense, como fizeram em ''Ligadas pelo Desejo''? Seria algo transcendental, e não a sucessão de erros que foi ''Hulk'' por Ang Lee... A não ser, é claro, com exceção da beleza estonteante da ótima atriz Jennifer Connelly...
Rafael Moreira

Prezado Rafael,
Olha, que vai virar filme, com certeza. O prazo até foi estipulado: eles querem lançar ainda em 2004 (uma jogada de marketing por causa do "4", já que se trata de um quarteto). Se eles vão conseguir cumprir a meta, não sei. Eu já estou achando difícil... Mas, quanto ao envolvimento dos irmãos Wachowski, eles nunca demonstraram qualquer interesse pelo filme. E eu acho melhor assim, porque particularmente não acho
''Matrix'' nem ''Reloaded'' tudo isso. Só faltava eles estragarem o Quarteto, que é um dos meus gibis favoritos...

Ultimate Fantastic Four #7



 Escrito por Rafael Moreira às 20h49
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